Caminhei até outra maca, onde mãe e filha, lado a lado, alegravam-se com os cuidados recebidos. Elas encarnavam e desencarnavam durante muitas vidas tentando superar suas diferenças, sempre na mesma condição. Uma ia ao físico e, após duas décadas, a filha encarnava, independente do pai.
Elas tentavam se perdoar enquanto viviam no plano carnal, mas jamais conseguiam. Quando estavam de volta ao plano astral, perdoavam-se; porém, como suas indiferenças haviam sido conquistadas no plano físico, era nessa condição que deveriam superá-las.
Não aceitavam ajuda de ninguém e, no plano espiritual, não ouviam nem seguiam nenhum lar. Agora, suas consciências estavam mais abertas a aceitar auxílio, e alegravam-se pelo fato de uma nova esperança ter brotado em seus corações para chegarem ao perdão no próximo encarne.
Estariam envolvidas por um outro tipo de vibração pelo fato de agora fazerem parte de um lar espiritual, e essa condição as ajudaria em suas vidas carnais a vencer seus carmas. Enquanto não faziam parte de um lar astral, suas vibrações eram vagas. Agora, tratavam-se energeticamente, participavam de grupos de estudos e de todo o cotidiano da vida de uma família espiritual. Elas possuíam outra energia as envolvendo e esperavam por uma nova oportunidade no físico. Irmãos da Luz também vivenciavam novas tarefas, possibilitando novos aprendizados.
Filhos, a família espiritual é ampla. Ora muitos estão unidos no astral, ora na vida terrena. Diferenças sempre existiram e devem ser observadas como instrumentos para a evolução. No físico, as divisões são sanguíneas; porém, no espírito, todos pertencem ao mesmo Pai.
Sejas humilde por toda tua vida,
AGNALDO SILVEIRA
Psicografado pelo médium Cláudio Delbiagi
Pelo Espírito de Agnaldo Silveira
8/7/2026
Leia a Parte 1 desta palestra clicando AQUI.
Elas tentavam se perdoar enquanto viviam no plano carnal, mas jamais conseguiam. Quando estavam de volta ao plano astral, perdoavam-se; porém, como suas indiferenças haviam sido conquistadas no plano físico, era nessa condição que deveriam superá-las.
Não aceitavam ajuda de ninguém e, no plano espiritual, não ouviam nem seguiam nenhum lar. Agora, suas consciências estavam mais abertas a aceitar auxílio, e alegravam-se pelo fato de uma nova esperança ter brotado em seus corações para chegarem ao perdão no próximo encarne.
Estariam envolvidas por um outro tipo de vibração pelo fato de agora fazerem parte de um lar espiritual, e essa condição as ajudaria em suas vidas carnais a vencer seus carmas. Enquanto não faziam parte de um lar astral, suas vibrações eram vagas. Agora, tratavam-se energeticamente, participavam de grupos de estudos e de todo o cotidiano da vida de uma família espiritual. Elas possuíam outra energia as envolvendo e esperavam por uma nova oportunidade no físico. Irmãos da Luz também vivenciavam novas tarefas, possibilitando novos aprendizados.
Filhos, a família espiritual é ampla. Ora muitos estão unidos no astral, ora na vida terrena. Diferenças sempre existiram e devem ser observadas como instrumentos para a evolução. No físico, as divisões são sanguíneas; porém, no espírito, todos pertencem ao mesmo Pai.
Sejas humilde por toda tua vida,
AGNALDO SILVEIRA
Psicografado pelo médium Cláudio Delbiagi
Pelo Espírito de Agnaldo Silveira
8/7/2026
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Centro Espírita no Ipiranga - SP
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